sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Arctic Monkeys - Humbug


Blá blá blá, as bandas têm que evoluir etc e tal... O meu medo, a cada novo álbum de uma banda que eu goste, é que nessa de evoluir ela perca a sua faísca, o que me fez gamar pela sua musica. O meu exemplo clássico de tal fenômeno é o Coldplay. Depois de “A rush of blood into the head” a banda nunca mais fez um álbum tão bonito.
Hambug é o novo álbum do Arctic Monkeys, uma das minhas bandas favoritas. A boa noticia é que os caras ainda soam como Arctic Monkeys. O álbum é muito bom. A má,é que falta porrada, o álbum é mais de musicas sombrias e uma hora ou outra acaba batendo uma saudade de “Still take you home” e outras musicas mais rapidinhas.
A graça dos macacos é a sua competência tanto em fazer musicas rápidas, dessas que incendeiam a galera, quanto musicas mais sombrias, e ainda uma ou outra baladinha meio fofa.
Ouvir um álbum dos caras sem as características mais punk rock, pra mim, é uma experiência incompleta. Fica faltando a adrenalina.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Miguel Nicolelis

Um dos maiores neurocientistas do mundo é também um homem emotivo. Foram várias as citações às crianças pobres que participam de seu instituto na cidade de Natal. Crianças que, em sua opinião, auxiliam na formação do país quando recebem oportunidades de aprendizado. "Lá, elas não são problema. Lá, elas são a solução." Sobre o perfil do bom cientista, ele surpreende. "Os grandes cientistas que encontrei são pessoas diferentes, não são os que têm a melhor nota ou são certinhos. Olham as coisas de uma maneira diferente."

terça-feira, 4 de agosto de 2009

terça-feira, 14 de julho de 2009

Eu só tenho acreditado em 4 coisas esses tempos:


Deus, que a medicina é a única coisa que vai me dar o que eu to procurando, no ideário sessentista dos Beatles e na melancolia (Mellon Collie) do Smashing Pumpkins.
E se eu sôo velha e ultrapassada, idaí? Os tempos em que vivemos são chatos, é aquele hedonismo imbecil que transformou todo mundo em plástico. São os tempos em que a revista semanal de maior circulação do país é porta voz de uma classe média tragicômica em seus padrões de consumo e comportamento.
Eu tenho que parar de ser idealista. De achar que dá pra concertar as coisas com boas idéias e intenções. Porque a realidade sempre vem me frustrando, porque as pessoas muitas vezes são uma merda sem motivo algum. Eu não posso me decepcionar com o mundo toda vez em que não for capaz de entender algo, toda vez que não puder compreender a injustiça da vida.
Se eu me deixar derrotar, e me trancar sozinha, eu e meus nobres pensamentos, vou me tornar uma chata (mais chata?) que só sabe reclamar. Não é isso que eu quero! Quero algum poder de transformar algo de fato, mesmo que esse poder seja apenas o meu trabalho de formiguinha, mesmo que em volta o mundo ainda me pareça absurdo e mesmo que nem tudo saia de acordo com meus planos.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

domingo, 28 de junho de 2009