terça-feira, 4 de agosto de 2009

terça-feira, 14 de julho de 2009

Eu só tenho acreditado em 4 coisas esses tempos:


Deus, que a medicina é a única coisa que vai me dar o que eu to procurando, no ideário sessentista dos Beatles e na melancolia (Mellon Collie) do Smashing Pumpkins.
E se eu sôo velha e ultrapassada, idaí? Os tempos em que vivemos são chatos, é aquele hedonismo imbecil que transformou todo mundo em plástico. São os tempos em que a revista semanal de maior circulação do país é porta voz de uma classe média tragicômica em seus padrões de consumo e comportamento.
Eu tenho que parar de ser idealista. De achar que dá pra concertar as coisas com boas idéias e intenções. Porque a realidade sempre vem me frustrando, porque as pessoas muitas vezes são uma merda sem motivo algum. Eu não posso me decepcionar com o mundo toda vez em que não for capaz de entender algo, toda vez que não puder compreender a injustiça da vida.
Se eu me deixar derrotar, e me trancar sozinha, eu e meus nobres pensamentos, vou me tornar uma chata (mais chata?) que só sabe reclamar. Não é isso que eu quero! Quero algum poder de transformar algo de fato, mesmo que esse poder seja apenas o meu trabalho de formiguinha, mesmo que em volta o mundo ainda me pareça absurdo e mesmo que nem tudo saia de acordo com meus planos.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

domingo, 28 de junho de 2009

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Engraçado,

mas quando a gente se apaixona começa a dizer que fulano nos torna uma pessoa melhor, ou nos faz querer ser uma pessoa melhor, ou ainda, que fulano consegue extrair o melhor de nós.
Mas ai o negócio termina e a reclamação é: Eu dei o melhor de mim para o fulano e ele não valorizou.
Sempre esperamos alguém para ser o nosso “muro das lamentações”, (Wonderwall em Português fica bem menos bonito.) talvez porque sejamos preguiçosos ou idiotas demais para sermos pessoas melhores apenas por conta de nossa própria consciência.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Minha sorte no orkut...

Muitas das grandes realizações do mundo foram feitas por homens cansados e desanimados que continuaram trabalhando.