segunda-feira, 25 de maio de 2009

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Quanto mais você tiver que repetir, em voz alta para que outro ouça, uma verdade desagradável, mais verdadeira ela se tornará.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Nunca subestimem a minha capacidade de ficar obcecada por algo!

“There aint nothing that I wouldn't do
Go to the end of the earth for you
Make you happy make your dreams come true
To make you feel my love”



Podem me chamar de maluca a vida toda, mas pra mim (Ou eu, não sei! To com muito sono pra pensar em qual é o sujeito da oração) faz todo o sentido do mundo! Hoje foi a noite em que fiquei acordada até as 5 da manhã votando no meu American Idol. Porque na minha mente perturbada, a vitória do Kris é a vitória das coisas boas a bonitas sobre todo o resto. E eu preciso acreditar, ainda que por culpa de um reality show idiota, nas coisas bonitas e boas...

domingo, 17 de maio de 2009

My Idol is...

Se você não assiste American Idol, nada disso fará sentido.




Kris Allen!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ele tinha tudo para ser um candidato a passar batido no Top 36. Os jurados já tinham os seus 3 favoritos, e ele não figurava na lista. Por sorte do destino o Matt Girard conseguiu cagar a noite e o Kris arrasou com Men in the Mirror. Confesso que fiquei P da vida, revoltada. Afinal ele deixou de lado o carismático pianista. Meu único consolo é que precisávamos de candidatos para serem eliminados cedo, sem que isso causasse estrago ao programa.
Então veio o Top 13 e ele se saio bem, mas me recusei a aceitar seu talento. Mais uma rodada de sorte, mas no final os verdadeiros talentos iriam prevalecer. Nessa altura, minha torcida era Danny. Alisson começava a arrecadar minha simpatia e em Adam eu reconhecia um grande talento, mas que não fazia meu estilo.
Com o passar dos programas o Danny se mostrou um cantor excelente, mas brega. Uma espécie de Archuleta 2, cujo talento como cantor não compensava o cafonice das escolhas. A Alisson se mostrou uma cantora ótima, mas que insistia em querer ser uma rocker antiquada, com cheiro de mofo. Essa temporada caminhava para ser uma das melhores do American Idol, e mesmo assim nenhum candidato conquistara meu coração.
Isso até o Top 9. O Kris destruiu com Ain’t no Sunshine. Simplesmente arrasou. Ele foi cool, moderno, escolheu uma música ótima e fez uma versão que dava vontade de ouvir no rádio. O que me impediu de virar fã de imediato foi a excelente apresentação do Danny na mesma semana. O Gokey ainda poderia dar uma virada no jogo.
Porém, o jogo continuou e o Danny voltou a cafonice habitual, o Adam continuou com grandes performances que nunca conquistavam meu coração. Era muito bom de assistir, mas um pouco enjoativo de escutar fora do daquele contexto. Quase que comecei uma torcida pela Ally por simples falta de opção. Então o Kris veio com Falling Slowly, não teve jeito. A performance perfeita, e a escolha de uma música excelente. Virei fã, revi todo o trabalho do garoto até aquele ponto na competição e fiquei viciada em seus estúdios.
O Kris é moderno, e ao contrário de Megan não dá aquela impressão de “Já vi isso em algum lugar do Reino Unido”. Ele tem bom gosto, ele trata bem suas músicas, faz arranjos bacanas, que encaixam em seu estilo. E o rapaz canta! Não tem o mesmo alcance vocal do Adam, mas nunca desafina, e tem uma voz tão bonita de escutar.
O Danny e o Adam foram super pimpados. Um desrespeito a Paula declarar logo no Top 13 que eles seriam os finalistas. Mas, até o Top 5 a pimpação aos favoritos não prejudicava o Kris, pois ele mantinha seu alto nível e com isso conseguia boas críticas. A partir desse ponto, Simon e cia começaram seus joguinhos para tentar cavar seus finalistas. Ele e Paula em cima de Danny e Adam, e a Kara por trás da Alysson. Isso me irritou, porque o Kris continuou indo muito bem, fez uma belíssima apresentação no Top 5 e o Simon teve a cara de pau de dizer que foi ruim, só para no outro dia retirar.
Nem a tão mal falada versão de Come Together eu achei ruim. E olha que essa é a minha musica favorita dos Beatles, sendo Beatles uma das minhas bandas favoritas. Eu adorei a guitarra mais pesada! Lógico, não foi o melhor momento dele, mas não achei um desastre, longe disso. O comentário do Simon sobre o dueto com o Gokey não só foi uma falta de resepeito, com uma total falta de bom senso. “Danny você é melhor que Kris.” Momento mais ridículo do Simon na temporada inteirinha. Ainda bem que Danny fez o favor de calar a boca do jurado com uma das piores apresentações do ano. Pura vergonha alheia o grito do Danny.
Na semifinal, todos os jurados estavam com uma imensa boa vontade em relação a Danny e Adam. Afinal, esta era a final dos sonhos dês do início. Novamente o Kris não foi toda essa ruindade que falaram cantando Apologize, a música é ótima e encaixou-se direitinho em sua voz. Não importou. Todo mundo ali achava que terceiro lugar já estava mais do que suficiente.
Kris então teve que fazer o impossível. Sobrepujar a pimpação meio gratuita em relação a Danny (Na minha opinião só em duas músicas ele não foi o rei da breguice!) e o espetáculo performático do Adam, nos entregando a melhor performance da noite, e na minha opinião, da temporada todinha. Ele destruiu tanto, mas tanto com Heartless, que nem o Simon conseguiu achar defeito, e olha que a má vontade do homem era imensa. Digo mais, se fosse em um Top 7 da vida o Randy teria aplaudido de pé, só não o fez para não pimpar.
O Simon não cansa de dizer que Kris foi a final por conta de |Heartless. Mentira! Ele foi por culpa de uma temporada perfeita, com músicas boas de escutar, vocais bem feitos, humildade e trabalho duro. Em um Top 4 cheio de cantores de voz potentíssima, ele foi só na manha e com estilo. E de todos os cds, provavelmente o dele vai ser o mais bacana de ouvir.
Eu não me importo se o Adam ganhar. Ele é fantástico no palco. Já estou feliz em poder ver o Kris fazer todas as apresentações, e de quebra calar a boca dos jurados. Eu sei que ele vai gravar um cd, e vou estar lá, na maior expectativa por um trabalho incrível, como tem sido sua temporada nesta American Idol. Mas que ia ser incrível ver meu candidato do coração ser coroado, contra tudo e contra todos, ia sim!

sábado, 16 de maio de 2009

Maluca, maluca.

O meu sentido favorito é o olfato.
Adoro cheiros! Conhecer o perfume das minhas amigas é uma questão de segurança emocional. Aqui em casa, eu sou a patrulha do perfume, se a mamãe sai sem ele eu reclamo. Se o Lucas sai sem perfume eu reclamo! Eu passo boas horas do meu tempo livre pensando em perfumes para as pessoas de quem eu gosto. Se eu tivesse dinheiro para tal, daria perfumes em todos os aniversários.
Não me levem a mal, mas eu sou maluca obsessiva pelas coisas que gosto. Não me basta apenas gostar de passar perfume, eu tenho de encher o saco das pessoas falando disso. É a mesma coisa com cinema, não me basta apenas gostar de um filme, toda vez que chego em casa do cinema tenho necessidade de procurar criticas publicadas a respeito do filme. Se eu não ficar 3 dias falando dele para todas as pobres almas que me rodeiam, então não foi uma experiência completa. Com musicas eu sou assim, ouço a mesmíssima música o dia todo. Não vou nem entrar no campo da medicina, porque ai eu simplesmente sou chata e reconheço. Toda vez que penso estar me controlando, vem alguém e comenta “Mas tu falas muito a respeito da medicina né.”.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Fofoletes da minha vida.



Final do convênio, eu me lembro bem, aquela melancolia no ar, aquela incerteza em relação ao destino. Chorei muito nessa época de minha vida. Pressão absurda do vestibular, incertezas a respeito do futuro, um mundo totalmente diferente a espreita. Ninguém sabia muito bem o que iria acontecer, quem ia passar no vestibular, quem não, quem iria permanecer amigo, quem iria desaparecer.
Eu tive sorte de ter feito convênio na melhor turma que o colégio Santa Catarina de Senna já teve, tanto em resultados como em atitude. Quase sem exceção, todas aquelas pessoas valem uma saudadezinha. Nem que seja de uma piadinha feita 5 horas da tarde, véspera de simulado, a respeito do vestibular de alguma faculdade particular.
Mas, de todas as incertezas, a mais dolorosa, até mais do que a do resultado do vestibular em si, era a incerteza quanto ao futuro das minhas amizades. Especificamente, a incerteza quanto ao futuro das Fofoletes. Logo eu, que sempre fui a mais distante, a mais na minha, a que disfarçava qualquer sentimento com gracinhas e a que muitas vezes preferia interagir com todo mundo menos com as garotas da minha vida. Eu jurava que iria ser a primeira de quem iriam esquecer.
Hoje, quase 3 anos depois, fico feliz em ver que não, que elas continuam sendo as garotas da minha vida, as mais legais, as mais bonitas! Que a gente continua firme e forte, do jeito que dá! E que, apesar de eu ser completamente maluca e desequilibrada, sempre que volto para CASA elas estão de braços abertos, tentando quebrar a minha casca e me fazer ver que eu não sou forte, que eu não preciso ser forte por todo o mundo e que também não preciso me envergonhar da minha fraqueza como um bicho ferido que se afasta da manada.
É lindo saber que me sinto ligada a elas hoje, mais do que antes. É lindo saber que apesar de nem sempre parecer eu as amo, todas, e as considero grande parte do meu sol.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Just a memory and those dreams.


A garota se sentou, tirou o sapato apertado, colocou os pés em cima da cama e abraçou os seus joelhos. Ela já não era mais tão garota, verdade. A vida batia na porta de sua casa, pedindo passagem, e o fato dela se fazer de desentendida não mudava nada, mais cedo ou mais tarde ela teria que atender ao chamado.
Ela se lembrou de um dia, alguns anos atrás, quando realmente ainda era uma garota. Foi numa tarde bonita, em Belém, tarde de outubro. Ela caminhou pelo centro, jogando conversa fora. Simplesmente andar e caminhar, se a companhia for boa, nada mais se faz necessário. Ele era a melhor companhia que se poderia pedir.
Infelizmente, ambos eram novos demais para perceberem o que estava acontecendo. Não que jovens não tenham malícia. Não era isso que lhes faltava. Era o simples saber a respeito do quão raras são as boas companhias, naquele patamar de entendimento.
Ao final da tarde caiu uma chuva leve. Eles se abrigaram em um ponto de táxi vazio. Os carros passavam, transito confuso. Ambos se olharam nos olhos e se viram um no outro. Sorriram. O momento estava perdido.